Desta terça-feira (9) até sexta-feira (12), a Adobe mostrará pela primeira vez no Brasil a Adobe Firefly, sua IA generativa. O “ChatGPT” da empresa ficará disponível no evento Bett Brasil. A Adobe Firefly será integrada aos softwares de edição de imagem e vídeo da companhia.

Adobe Firefly é IA generativa da Adobe e será integrado ao Photoshop e Premiere Pro (Imagem: Divulgação/Adobe)
Adobe Firefly é IA generativa da Adobe e será integrado ao Photoshop e Premiere Pro (Imagem: Divulgação/Adobe)

Nessa integração com softwares de edição de imagem e vídeo, a inteligência artificial da Adobe funcionará de modo parecido ao Microsoft 365 Copilot. Porém, seus primeiros recursos são mais “simples” (muitas aspas mentais aqui). Nessa primeira fase de implementação do Firefly aos seus programas, o usuário poderá usar o recurso para ajustar cores, filtros, otimizar o fluxo de vídeo e criação de efeitos sonoros.

Adobe Firefly com uso para a educação

No evento, a Adobe quer mostrar como a Firefly e outras inteligências artificiais podem ser usadas nas salas de aula. A ligação da IA da Adobe com o tema se dá pelo fato dos programas da empresa serem usados em colégios e instituições de ensino superior.

Além disso, a Adobe possui o seu serviço Express, que dá acesso gratuito a um programa de criação de templates — basicamente o Canva da Adobe. Até o momento, não há confirmação de que a empresa usará a IA Firefly no Express.

Contudo, existe a possibilidade da Adobe integrar a inteligência artificial em outros serviços. Afinal, no anúncio do Firefly, a empresa comunicou que integrará ao recurso em seus programas de edição de vídeo e imagem — como é o caso do Adobe Express. E ao informar a apresentação do recurso no Brasil, o comunicado à imprensa informa que a IA será capaz até de sugerir correções em documentos.

Adobe Firefly utiliza tecnologia própria

Ao contrário do Microsoft 365 Copilot e outros programas que usam a API do GPT-4 para funcionar, a Adobe Firefly utiliza uma inteligência artificial de tecnologia da própria Adobe. A empresa utiliza a tecnologia Sensei, presente também em outras aplicações da Creative Cloud.

Por mais que o Firefly realiza a otimização de imagens, o usuário é quem dará a “palavra final” na edição. A IA apenas dará uma mãozinha acelerando o trabalho. Essa velocidade na produção também será útil no uso educacional, permitindo aos estudantes dedicar tempo para outras produções.

Na onda das IAs, Adobe mostra a sua IA generativa para o Brasil nesta terça-feira