Não é exagero dizer que os jogos digitais estão cada vez mais presentes no cotidiano de da maior parte da população, em especial, a geração Z, os chamados de nativos digitais. Essa geração consome conteúdos dinâmicos e cresceram imersas nas inovações tecnológicas, tem iniciativa em torno do propósito definido em conjunto com o grupo, e é formada também por autodidatas online. Porém, já parou para pensar que, independentemente da sua geração, seja baby boomer, Millennials ou Z, todos nós somos (ou seremos) gamers?

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Em 2021, segundo estimativas da Newzoo, uma plataforma de pesquisa e análise de dados especializada no setor digital, o mercado de games no Brasil gerou aproximadamente R$ 12 bilhões em receitas. Este é um número surreal que tem a tendência a crescer cada vez mais. Nesse setor, a Intel tem sido uma catalisadora de inovação no campo dos jogos para PC, e é importante que mais empresas vejam essa oportunidade.

O caminho para o auge desta indústria ainda não terminou — estamos longe do auge — e vou falar sobre 6 fatores que determinarão o futuro do jogo e, consequentemente, suas próximas horas de lazer.


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  1. eSports: assim como há fãs de futebol, há os fãs de eSports. Até 2024 haverá 577 milhões de pessoas assistindo a eSports, de acordo com um estudo da Newzoo. Um exemplo foi o Intel Extreme Masters (IEM) realizado no Rio de Janeiro sendo o primeiro Major realizado na América Latina — o que mostra como o nosso continente vem ganhando cada vez mais notoriedade no mundo gamer. O prêmio foi de US$ 1,25 milhão, dos US$ 500 mil dólares ficaram com o vencedor. O prêmio total é histórico e se tornou o segundo maior da história, atrás apenas do PGL Major Stockholm 2021, que distribuiu US$ 2 milhões. Isso mostra como esta indústria é poderosa e continuará a crescer, com o auxílio da computação híbrida que permite o streaming e o jogo ao mesmo tempo.
  2. Realidade Virtual: de acordo com a Astute Analytica, especializada em insights por meio de análises qualitativas e quantitativas, o mercado global de VR chegará a US$ 364,9 bilhões em 2030; agora, ele vale cerca de US$ 19 bilhões. A crescente popularidade deste modo de jogo impactará projetos; é provável que, em vez de usarmos controles VR, navegaremos pelos menus usando apenas nossos olhos, ou seja, os sistemas entenderão os sinais visuais. Isto exigirá um considerável poder computacional e de processamento.
  3. Metaverso: Vivemos um momento de chegada do 5G ao país e, graças a ele, o Metaverso promete uma revolução na forma como as pessoas se relacionam com o mundo virtual, seja no trabalho, seja em momentos de lazer. Este mundo complexo onde podemos interagir permite a criação de um espaço tão realista que move suas emoções e você perde a noção da realidade externa. Independentemente de você se conectar ao metaverso com óculos VR ou outra tecnologia, seu valor será a experiência visual e emocional que ele lhe proporcionará. De acordo com um relatório da Grayscale, uma empresa presente no mundo das criptomoedas, o metaverso tem potencial para gerar uma receita anual de US$ 1 trilhão no longo prazo.
  4. Jogos em nuvem: A nuvem oferece a possibilidade de jogar em múltiplos dispositivos, onde quer que você esteja. Por exemplo, uma pessoa que joga Fortnite, em casa, no computador, quando viaja, pode jogar a partir de seu celular. A nuvem evita problemas como incompatibilidade ou a instalação frequente de patches e atualizações. Essas vantagens fazem dos jogos em nuvem a porta de entrada mais acessível para a comunidade de jogos. Neste caso, o poder tecnológico está concentrado nos centros de dados das empresas de jogos, mas também em dispositivos e conexões que reduzem a latência.
  5. Acessibilidade: Em 2020, The Last of Us: Part 2 foi um dos jogos mais acessíveis e inovadores até hoje, com mais de 60 configurações de acessibilidade, com opções expandidas com foco em audição e habilidade motora, além de novidades que beneficiam jogadores cegos ou com baixa visão. De acordo com a PopCap Games, os jogadores que vivem com uma deficiência representam 20% do total da comunidade, portanto a indústria deve agir de acordo com as necessidades de um público diversificado.
  6. Processadores: O processador é a unidade central de processamento de um computador, que funciona como o cérebro do computador, pois interage e faz as conexões necessárias entre todos os programas instalados. Para isso, a evolução constante de tecnologias e processadores auxilia na melhor experiência do jogador. O Intel Core de 13ª geração, por exemplo, é o processador mais novo da Intel, com mais E-cores e desempenho até 40% melhor.

O que todos esses pontos têm em comum? São produtos com tecnologia cada vez mais poderosa, visual, intuitiva e, ao mesmo tempo, aumentam o alcance de mais pessoas, o que abre mais portas de entrada para o mundo dos jogadores. A Lei de Moore previu isso: o número de transistores por dispositivo dobrará a cada dois anos, o que significa que há cada vez mais poder de computação em dispositivos menores e mais acessíveis, tais como computadores de jogo ou óculos VR.

Estamos à beira de um ecossistema de jogos totalmente imersivo que é poderoso, rápido, fácil de possuir, mas mais do que fácil, envolvente! Isto está levando cada vez mais consumidores ao mundo dos games de todas as gerações, incluindo a Z.

Precisamos sempre encontrar maneiras de levar nossa tecnologia ao limite quando se trata de desempenho, garantindo recursos aos desenvolvedores, impulsionando novos formatos emergentes para levar a melhor experiência possível para o dia a dia das pessoas, inclusive daqueles que gostam de jogar, nem que seja uma vez ou outra. — afinal de contas, não somos todos gamers?

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